28.3.06

Festa da Gratidão

Dom Bosco e Madre Mazzarello foram pessoas de sonhos grandiosos. Daquele tipo de sonhos que só Deus imprime com amor no coração de cada ser humano.

Foi um sonho tão grandioso que, nem o passar do tempo, nem nenhuma fronteira, o esvaneceram. Entregaram as suas vidas a Deus para que as crianças e jovens pudessem ser felizes, para que se tornassem bons cristãos e honestos cidadãos.

A seguir a Dom Bosco e Madre Mazzarello, têm sido muitos os salesianos e salesianas que, com generosidade e alegria, oferecem as suas vidas para que o sonho se torne realidade.

Esse sonho chegou à Areosa em 1976, há quase 30 anos, com as primeiras irmãs salesianas da primeira comunidade desta obra. E sob o olhar materno de Maria Auxiliadora, o sonho foi-se tornando realidade e foi crescendo…

Expressamos a nossa gratidão a todas as irmãs que por aqui passaram e que descobriram que a sua felicidade era viver para que outros pudessem ser felizes.
É um sonho que continua a crescer e a ganhar cores cada vez mais fortes e bonitas.

Mas isto só é possível porque há tanta gente a construí-lo: irmãs, professores, famílias, colaboradores e amigos.

É por isso que podemos festejar as cores da gratidão.

Pré-escolar

5ºA

5ºB

6ºAno

7ºAno

8ºAno



Desporto Escolar - Dança

Encerramento - Vestir as cores do arco-íris


Obrigada a todos os que colaboraram para esta festa tão bonita!

26.3.06

Festa da Gratidão



Vai realizar-se nos dias 25 e 26 de Março a Festa da Gratidão, aberta a toda a comunidade educativa, no Externato Maria Auxiliadiora. Contamos convosco. Apareçam!

17.3.06

Festa de Carnaval no colégio

O Carnaval é uma época festiva e, em alguns locais, é muito agitado e festejado. Em algumas zonas quentes e secas, o Carnaval é festejado ao som do samba (Brasil).
Em Portugal, a festa chegou nos séculos XV e XVI, recebendo o nome de Entrudo, isto é, introdução à Quaresma, através de uma brincadeira agressiva e pesada. O Carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas no mundo.
Também a nossa escola, Externato Maria Auxiliadora, nos presenteou com o festejo do Carnaval, organizando um baile de máscaras no dia 24 de Fevereiro à noite.
O baile começou por volta das 21 horas e só terminou à meia-noite! O salão estava enfeitado: a música a tocar, o ambiente escurecido… tudo a condizer! Todos os participantes tinham que ir mascarados ou fantasiados. Até os professores alinharam na brincadeira…
De entre as máscaras que estiveram representadas, salientámos a Cleópatra, o Anjo, a Chinesa, a Julieta entre muitos outros.
Dançámos, ouvimos música e divertimo-nos muito!
Já no meio do baile, a Ir. Alzira falou-nos de um concurso de máscaras onde iriam ser eleitas as três melhores do baile. Os vencedores foram: o Noddy, a Abelha Maia e a “Senhora”, que por incrível que pareça era um rapaz! Estes eleitos foram aclamados também como reis e rainhas do baile. Foi muito divertido!
Foi uma festa de Carnaval muito divertida e todos os alunos gostaram, fazendo votos que para o próximo ano se volte a realizar.
Ana Filipa e Mariana Cruz 5º- B

15.3.06

A Guerra Colonial - entrevista

Durante o regime autoritário de Salazar, as colónias portuguesas estavam dependentes do governo de Lisboa. Nas colónias de Angola, Moçambique e Guiné, as populações queriam tornar-se independentes. Uma vez que as negociações não tiveram efeitos, as populações organizaram-se em grupos de guerrilha e lutavam para ter a independência, enfrentando o exército português que, entretanto, Salazar enviou para estas colónias. Este exército era composto por jovens que foram obrigados a prestar serviço militar. Muitos deles morriam nas emboscadas ou nos rebentamentos de minas. A guerra colonial acabou em 1974, após a revolução do 25 de Abril. Foi uma guerra injusta porque os soldados tinham de combater e muitos não percebiam o sentido daquela guerra. Para percebermos melhor como tudo se passou, a professora de História pediu que quem conhecesse pessoas que tinham estado na guerra, lhes fizesse uma entrevista. Esta foi uma entrevista que eu fiz a um antigo combatente da guerra colonial.

P: -Em que colónia portuguesa prestou serviço militar?
R: -Em Angola.
P: -Em que ano «foi mobilizado» (isto é, partiu para essa colónia)?
R: -Em 18 de Outubro de 1969
P: -Que idade tinha?
R: -21 anos
P: -Quanto tempo lá permaneceu?
R: -25 meses
P: -Em que lugares esteve «colocado»?
R: -Na região dos Dembus.
P: -Esses lugares eram zona de guerra?
R: -Sim. Era da zona da FNLA (Frente Nacional Libertação da Angola).
P: -Participou nalguns combates?
R: -Sim. Em três.
P: -Havia muita diferença entre o armamento e o equipamento dos portugueses e o dos guerrilheiros?
R: -Sim. As nossas armas eram melhores. Mas eles tinham boa técnica de guerrilha.
P: -Pode descrever algum dos combates em que participou?
R: -Sim. O primeiro combate. Este começou às 6:15h da tarde e morreram
2 portugueses.
P: -O que o impressionou mais na guerra colonial?
R: -A vontade de me vingar.
P: -Acha que a participação na guerra colonial influenciou a sua vida futura?
R: -Sim. Sinto ódio por não nos terem reconhecido nos símbolos portugueses.
P: -Tem fotos da sua permanência no ultramar?
R: -Sim.

Conclusão: Pelos relatos e várias imagens fiquei com a ideia que esta vivência marcou negativamente a vida deste ex-combatente da guerra colonial.
Entrevista realizada por Sara Fernandes, 6º Ano
As fotos:

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